A Rádio Elétrica é um projeto colaborativo, desenvolvido entre amigos. Todos curtem som, pesquisam e ouvem muito. Gostam do babado. Tem os que preferem os sixties, tem os indies, os que amam jazz e os que se amarram em mpb. De um time de dez, sete são músicos. Todos os que fazem amam rádio. Rádio amadores, portanto. E se divertem com a rádio. Brinquedinho elétrico.

Doble chapa, ama dias nublados, gente doida e internet.
Não necessariamente nessa mesma ordem.
En español soy esdrújula, em português, proparoxitona.


Um homem comum, o que não sei invento, por isso vivo inventando. Durmo pouco, penso muito e não chego à conclusão nenhuma.
Não tenho estilo, nem pertenço à época alguma. Minha formação é a informalidade. Gosto do que me faz bem.

Nasci numa família que gostava de jazz, bossa-nova e rock'n'roll. Fiz um monte de coisa errada, mas tentei acertar quase todas as vezes. Fato é que em todos os caminhos que passei eu resolvia com música. Vivi mudando de cidade. Acabei curtindo produção musical e gosto mais do estúdio do que do palco. Aprendi que saber pra onde está o certo tem que se ligar quando algo está errado.
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Música é timbre
Comida é tempeiro
Bebida é alma
Filhos são a vida
Ervas são bem-vindas
Sol no inverno , chuva no verão
Dogs são dois
Reggae é roots
Rock é o som
Samba abençoa
‘’Canta canta minha gente deixa a tristeza pra lá’’
Só alegrias

Nunca trabalhei na vida, só toquei tambor.
Natural de Porto Alegre, já morei em Los Angeles, São Paulo e atualmente
moro em Londres onde sou baterista e professor de bateria.
Sempre apaixonado pela minha arte e, certamente, o melhor professor do mundo.

Natural de Pelotas, criada a base de rock alternativo, hoje reside em
porto alegre escrevendo jingle (como um Charlie Harper versão Sandy).
Prefere a vida com açúcar, fotografia e vira-latas.

Já tentei de tudo, publicidade, teatro, macrobiótica, I Ching, acupuntura, literatura e suco de clorofila. Foi com o rádio que a minha vida mudou. Fiquei viciada. Não vivo sem rádio. A psiquiatria hardcore diz que não tem cura.
Vou levando. Cada dia é um dia. Mais um dia no rádio.

Pedro Gonzaga é um homem obsoleto. Além de dedicar-se à arte de escrever contos, agora decidiu ser poeta. Antes foi músico, de gêneros obscuros e de feição retrô. Não satisfeito com seu anacronismo, leciona latim e literatura. Para provar que está certo, comanda aos sábados, na Rádio Elétrica, o programa Música para adultos. Uma vez acreditou num lema: ser moderno é ser clássico. Podemos condená-lo?
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A Rádio Elétrica é um projeto colaborativo, desenvolvido entre amigos. Todos curtem som, pesquisam e ouvem muito. Gostam do babado. Tem os que preferem os sixties, tem os indies, os que amam jazz e os que se amarram em mpb. De um time de dez, sete são músicos. Todos os que fazem amam rádio. Rádio amadores, portanto. E se divertem com a rádio. Brinquedinho elétrico.